quarta-feira, 17 de abril de 2013

Não apresse a borboleta

nao apresse a borboleta casulo saindo
Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.  Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas... como ela esforçava-se para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então, pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso.
Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais. O homem decidiu ajudar a borboleta: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno, e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu! Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. 
Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estivesse pronta para voar, livre do casulo. 
Moral da Historia:
Nunca apresse-se quando algo esta demorando a acontecer, seja perseverante que tudo dará certo em tua vida!

terça-feira, 16 de abril de 2013

Salmo 146


LOUVAI ao SENHOR. Ó minha alma, louva ao SENHOR.
Louvarei ao SENHOR durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus enquanto eu for vivo. Não confieis em príncipes, nem em filho de homem, em quem não há salvação. Sai-lhe o espírito, volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos. Bem-aventurado aquele que tem o Deus de Jacó por seu auxílio, e cuja esperança está posta no SENHOR seu Deus. O que fez os céus e a terra, o mar e tudo quanto há neles, e o que guarda a verdade para sempre; O que faz justiça aos oprimidos, o que dá pão aos famintos. O SENHOR solta os encarcerados. O SENHOR abre os olhos aos cegos; o SENHOR levanta os abatidos; o SENHOR ama os justos;
O SENHOR guarda os estrangeiros; sustém o órfão e a viúva, mas transtorna o caminho dos ímpios. O SENHOR reinará eternamente; o teu Deus, ó Sião, de geração em geração. Louvai ao SENHOR.

O frio que vem de dentro

o frio que vem de dentro
Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve e teriam que esperar até o amanhecer para receberem socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual se aqueciam. Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio. Chegou a hora de cada um colocar mais lenha na fogueira. O primeiro homem, um racista, olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele negra. Então raciocinou: Aquele negro!! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro!!! E guardou-as para protege-las dos demais olhares.
O segundo homem era um avarento. Ele estava ali porque esperava receber o juros de uma dívida. Olhou ao redor, em torno do fogo bruxuleante e viu um homem da montanha, que mostrava sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor de sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: Eu, dar minha lenha para aquecer um preguiçoso? O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão e seu pensamento era muito prático: É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem. E guardou sua lenha com cuidado. O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: Esta nevasca pode durar vários dias, vou guardar minha lenha. O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões para pensar em ser útil. O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas da mão, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido: Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei à ninguém nem mesmo o menor de meus gravetos.  Com esses pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer, quando os homens do socorro chegaram na caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: O frio que os matou, não foi o frio de fora, mas sim o frio de dentro !!!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

7 versículos da vitória


"Haveria coisa alguma difícil ao SENHOR? Ao tempo determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho." Gênesis 18:14
"E saberá toda esta congregação que o SENHOR salva, não com espada, nem com lança; porque do SENHOR é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão." 1 Samuel 17:47
 "Ainda antes que houvesse dia, eu sou; e ninguém há que possa fazer escapar das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?" Isaías 43:13 
"Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã." Salmos 30:5
"Porque para Deus nada é impossível." Lucas 1:37
"Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar." 1 Coríntios 10:13
"Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou." Romanos 8:37

O menino e os patins

o menino e os patins
Certa ocasião, havia um menino que tinha adoração por patins. Era tudo o que ele queria na vida. Pediu, pediu, tanto fez, que um belo dia eis que conseguiu. Ficou muito feliz com o par de patins... não desgrudava dele um minuto. Era dia e noite, o menino e os patins. Só que no primeiro tombo, no primeiro arranhão, ele ficou com medo de estragar os patins e resolveu  guardá-los. Os patins ainda eram a coisa que ele mais queria. O que ele mais
gostava de fazer era estar com eles. Mas ele preferiu apenas ficar olhando e não usar mais para não estragar.
O tempo foi passando e os patins guardados. Passaram-se anos e o garoto esqueceu os patins. Então, em um belo dia, ele se lembra, sente saudades e resolve recuperar o tempo perdido. Vai até o armário, revira tudo e finalmente encontra os patins. Corre para calçá-los e aí tem uma terrível surpresa. Os patins não cabem mais nos seus pés. O menino, acometido de profunda tristeza, chora e lamenta os anos perdidos que não vai mais poder recuperar. Poderia sim, comprar outro par, mas nunca seriam iguais àqueles.
Assim como o menino da história, são as pessoas. Guardam sentimentos, com medo de vivê-los, de se machucarem e depois, quando resolvem retomar este sentimento, muitas vezes ele já passou de sua melhor fase.Aqueles patins eram especiais para o menino... eram únicos! Por mais que comprasse outros, não iriam ser iguais. Deixe as bobagens de lado, as brigas, os ressentimentos e viva o amor hoje. O que importa é ser feliz! Não guarde os patins... talvez hoje ainda haja tempo... amanhã poderá ser tarde demais...

sábado, 13 de abril de 2013

Salmo 150

LOUVAI ao SENHOR. Louvai a Deus no seu santuário; louvai-o no firmamento do seu poder. Louvai-o pelos seus atos poderosos; louvai-o conforme a excelência da sua grandeza. Louvai-o com o som de trombeta; louvai-o com o saltério e a harpa. Louvai-o com o tamborim e a dança, louvai-o com instrumentos de cordas e com órgãos. Louvai-o com os címbalos sonoros; louvai-o com címbalos altissonantes. Tudo quanto tem fôlego louve ao SENHOR. Louvai ao SENHOR.

Persistência e Imaginação...


Conta-se que um menino desejava muito ter um cachorro. Ele havia decidido que teria seu cão.
Seus pais viviam dando desculpas e "justificativas" de porque não poderiam dar o cachorro e assim adiavam o presente tão querido pelo garoto.
Um dia, após muita persistência e percebendo que se dependesse exclusivamente de seus pais, o garotinho não obteria o que desejava, resolveu criar para si um cãozinho imaginário...
Construiu uma bela casinha de cachorro no quintal e todo o dia cumprimentava seu "animalzinho de estimação" dando-lhe um entusiasmado "bom dia" ao acordar e uma carinhosa "boa noite" antes de ir se deitar. Em suas orações, pedia pela saúde de seu "cãozinho"...
Com o passar do tempo, o menino tinha em sua rotina, colocar água e alimento em tigelas para seu cachorro, conversava com ele e um dia começou a arrastar uma coleira pelo quintal na frente de todos, sem se importar com o que os vizinhos eventualmente pudessem estar pensando daquele ato inusitado...
Vendo a situação se agravar, os pais decidiram então dar logo um cachorro de verdade para o menino para que ele parasse com aquelas "maluquices”.
No Natal, fizeram uma surpresa para o garoto. No dia 25 de Dezembro, quando acordou, ansioso para ver o que Papai Noel havia trazido na noite anterior, o garotinho foi correndo em direção à árvore de Natal e quando viram, entre os outros presentes, um lindo cachorrinho de verdade, seus olhinhos brilharam e em uma explosão de felicidade e alegria gritou:

- "Oba!!! Agora eu tenho dois...!"

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Salmo 121


LEVANTAREI os meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro.
O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra.
Não deixará vacilar o teu pé; aquele que te guarda não tosquenejará.
Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel.
O SENHOR é quem te guarda; o SENHOR é a tua sombra à tua direita.
O sol não te molestará de dia nem a lua de noite.
O SENHOR te guardará de todo o mal; guardará a tua alma.
O SENHOR guardará a tua entrada e a tua saída, desde agora e para sempre.

Desapego


Um cidadão fez voto de desapego e pobreza. Dispôs de todos os seus bens e propriedades, reservou para si apenas duas tangas, e saiu Índia afora em busca de todos os sábios, medindo na verdade o desapego de cada um. Levava apenas uma tanga no corpo e outra para troca, sempre que necessário.
Estava convencido de não encontrar quem ganhasse de si em despojamento, quando soube de um velho guru, bem ao norte, aos pés do Himalaia.
Tomando as direções, parte ao encontro do velho sábio.
Quando lá chegou, tristeza e decepção! Encontrou terras bem-cuidadas, um palácio faustoso, muita riqueza, muita pompa.
Indignado, procura pelo guru. Um velho servo lhe diz que ele está em uma ala dos magníficos jardins com seus discípulos, estudando desapego. Como era costume da casa Ter gentileza para com os hóspedes, o servo convida o andarilho para o banho, repouso e refeição, antes de se dirigir à presença do sábio.
Achando tudo muito estranho, o desapegado aceita a sugestão. Toma um bom banho, lava sua tanga usada, coloca-a para secar no quarto e sai em busca do guru.
Completamente injuriado, queria contestar e desmascarar aquele que julgava um impostor, pois em sua concepção desapego não combinava com posses.
Aproxima-se do grupo, que ouve embevecido as palavras do mestre e fica ruminando um ardil para atacar o guru, quando, correndo feito um doido, chega um dos serviçais gritando:
- Mestre, mestre, o palácio está pegando fogo, um incêndio tomou conta de tudo. O senhor está perdendo uma fortuna!
O sábio, impassível, continua sua prédica.
O desapegado viajante das duas tangas dá um salto e sai em desabalada carreira, gritando:
- Minha tanga, minha tanga, o fogo está destruindo minha tanga...

Colaboração: Edgard T. Utiama

terça-feira, 9 de abril de 2013

Salmo 67

DEUS tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós (Selá.)
Para que se conheça na terra o teu caminho, e entre todas as nações a tua salvação.
Louvem-te a ti, ó Deus, os povos; louvem-te os povos todos.
Alegrem-se e regozijem-se as nações, pois julgarás os povos com eqüidade, e governarás as nações sobre a terra. (Selá.)
Louvem-te a ti, ó Deus, os povos; louvem-te os povos todos.
Então a terra dará o seu fruto; e Deus, o nosso Deus, nos abençoará.
Deus nos abençoará, e todas as extremidades da terra o temerão.